Educação para a Saúde/Educação Sexual

Projecto Educação para a Saúde/Educação Sexual

Rua Álvaro Carneiro
4715-086 Braga
Portugal

micpaz@esas.pt

 

É urgente o Amor,
É urgente um barco no mar.
É urgente destruir certas palavras
ódio, solidão e crueldade,
alguns lamentos,
muitas espadas.
É urgente inventar alegria,
multiplicar os beijos, as searas,
é urgente descobrir rosas e rios
e manhãs claras.
Cai o silêncio nos ombros,
e a luz impura até doer.
É urgente o amor,
É urgente permanecer 

                                                                                            Eugénio de Andrade

Vive a tua sexualidade com responsabilidade. Zela pela tua Saúde e pela dos outros!

Se ainda tiveres dúvidas ou questões(ou se apenas queres saber mais) dirige-te aos Gabinetes de Saúde Juvenil do IPJ.

Informa-te

Rua de Santa Margarida, 64

4710-306 Braga

Tel: 253 204 250

Fax: 253 204 259

E-mail: geral@juventude.gov.pt 

http://juventude.gov.pt/SaudeSexualidadeJuvenil/Paginas/default.aspx

 Gabinete de Informação e Apoio ao Aluno(GIAA)

Horário de Funcionamento

Quinta -feira  das 10h00 às 12h00

Sexta-feira das 10h00 às 11h35

Local

Bloco E- RC

Equipa técnica

■Dr.ª Irene Paz (Docente de Biologia e Geologia);

■Dr. Nuno Torrinhas (Docente de Biologia e Geologia);

■Enf.ª Sandra Duarte (UCC Assucena lopes Teixeira);

 

GIIA VIRTUAL

A equipa da Educação para a Saúde está, a partir deste momento, mais acessível. 

Podes escrever um email, com as tuas preocupações, para giaa @ esas.pt

(CiênciaHoje)Risco de AVC é hereditário - relação é mais acentuada entre mães e filhas

11-03-2010 15:26

A probabilidade de um indivíduo sofrer um acidente vascular cerebral (AVC) por volta dos 65 anos é maior no caso de um dos seus progenitores também ter passado pelo mesmo problema naquela idade, afirmam investigadores norte-americanos num artigo publicado no jornal Circulation.

Muitos dos factores de risco para o AVC, como a hipertensão arterial, a obesidade e o tabagismo, podem ser modificados, mas a história familiar da doença não pode ser alterada, lembram os autores, sugerindo que o historial clínico familiar passe a fazer parte da avaliação do risco de ataque.


Nesta investigação, foram recolhidos dados referentes a 3 443 pessoas. Na história clínica dos progenitores destes participantes, existiam 106 casos de AVC por volta dos 65 anos.

Entre os actuais participantes, 128 sofreram AVCs ao longo dos 40 anos em que decorreu o estudo.

Tendo em consideração os principais factores de risco para o AVC, os investigadores verificaram que os indivíduos cujos progenitores tinham tido aquele problema apresentavam o dobro do risco de também sofrerem um AVC.

Esta relação é mais acentuada entre mães e filhas.